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Uma história gera várias histórias – Teatro do Folclore 2026

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Uma história gera várias histórias – Teatro do Folclore 2026

Olá, público fiel! Aqui é a Iara! Sim, eu mesma! Vim até aqui, ser repórter por um dia, para contar como foi o nosso tradicional Teatro do Folclore deste ano.

E, antes que vocês perguntem: sim, a Cuca apareceu de novo (mesmo depois do meu envenenamento do ano passado). O Boto-cor-de-rosa continua encantador, o Curupira sorridente também marcou presença, o Saci foi descobrir os segredos da remada norueguesa, o grandalhão do Bicho-Papão estava todo empolgado e meu parceiro Lobisomem (Lobinho para os íntimos) estava todo animado e intelectual como sempre!

Ééééé… o Boitatá também estava lá. Mas vamos deixar essa história para daqui a pouco.

Nós nos reencontramos no auditório para mais uma aventura. Aproveitando que a Escola Pinheiro completa 40 anos em 2026, relembramos histórias do nosso tempo de escola em Uma história gera várias histórias.

Teve memória de esporte, paixão por livros, professor inesquecível, descoberta de talentos, superação e até aquelas lembranças que a gente preferia esquecer.

Também teve muita risada com o vídeo do Saci no mar Ártico, falamos de campeonatos estranhos que andam acontecendo por aí, vimos a Cuca tentando provar que agora é uma nova jacaré e, claro, tivemos uma boa dose de confusão.

Aliás, confusão é uma palavra que combina bastante com essa turma.

Mas nem tudo foi brincadeira. Uma memória compartilhada pelo Boitatá, fez a gente parar para pensar sobre aquelas “brincadeiras” que parecem engraçadas para quem faz, mas podem machucar muito quem recebe. E foi graças à excelentíssima Mãe Natureza que descobrimos que conversar, escutar, reconhecer os erros e pedir desculpas de verdade também fazem parte do nosso crescimento.

No meio de tudo isso, ainda deu tempo de comemorar os 40 anos dessa escola tão querida, que nos recebe todos os anos, desde 2009, de braços abertos, com um “Parabéns a você” bem animado!

Foram cinco apresentações.

Cinco vezes entrando em cena, reencontrando alunos e professores, ouvindo risadas, vendo olhares atentos e compartilhando com todo mundo mais uma história.

E posso contar uma coisa?

Cada sorriso que vocês retribuem, cada aceno direcionado a quem não se aguenta de tanto se fazer notar na cadeira, cada “vocês arrasam” que escutamos nos fazem acreditar no quanto vale a pena o nosso “faz de conta”.

Eu acho que esse Teatro do Folclore já virou uma daquelas tradições que a gente espera ansiosamente. Porque, quando chega a hora de reencontrar essa turma, a gente já sabe que vem história boa por aí.

E se vocês estão pensando que essa aventura terminou quando as cortinas se fecharam…

Ahhh, tolinhos…Vocês não sabem de nada! Já estamos pensando no próximo encontro!

Um beijo bem carinhoso,

Iara

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