HOME
HOME
Escola
Cursos
Pedagógico
Projetos
Fala, diretora
Notícias
Calendário
Atividades
Nossa Biblioteca
Trabalhe Conosco
Galeria
Transporte
Contato
 
:: Localização
 

 
Cód. Matrícula
Senha
 
 
 
 
 
   
     
  Deus me livre desta tal H1N1 !  
     
 

             Coitada da minha vizinha, a D. Tercília! Ela está com os nervos à flor da pele!

A razão de seu estado deriva do que ouve nos noticiários e lê nos jornais. Ela está apavorada. Morre de medo que ela e seus familiares contraiam a Gripe H1N1.

            Não tem jeito. Ela fica procurando as estações do rádio para ver se escuta mais notícias sobre esse assunto.

            Ontem ela me confidenciou que não ia mandar seus filhos para a escola para o início do semestre. Não tem confiança. Ela me disse que ligou várias vezes para a escola para saber quais serão as providências tomadas para evitar que os alunos se contaminem com esse famigerado vírus. Ouviu da parte da direção da escola todos os procedimentos que serão adotados para evitar que os alunos contraiam essa enfermidade.

            Não , não e não, ela afirmou. Deus me livre mandar meus meninos para  conviver num mundo de vírus e bactérias! Eles ficam aqui até que essa praga termine. Foram as suas palavras antes de entrar em seu quintal pisando duro.

            Estamos todos preocupados. Os educadores têm noção de que a prioridade, acima de conteúdos escolares, é a segurança e a integridade de seus alunos. Por esse motivo, muitas unidades escolares seguiram o conselho de órgãos oficiais superiores e só começaram as aulas no  dia 17 de agosto.

            O telefone da escola não parava de tocar durante o mês de julho: eram pais clamando por providências, mas principalmente  para que as aulas começassem mais tarde.

            Agora, pais e alunos maiores estão fazendo pressão para que as aulas não sejam repostas aos sábados. Inútil!

            As escolas precisam repor os dias perdidos.

            Houve até uma notícia que se a escola cumprir a programação, se esgotar os conteúdos propostos para a série, não precisa cumprir os duzentos dias letivos.

            Como se faz isso? Para mim, não existe mágica. Duas semanas sem aulas é muito tempo que não se recupera num piscar de olhos.

            Teremos um semestre difícil, prevejo. É hora de mostrarmos que somos realmente educadores e cuidar da situação como manda o figurino: com profissionalismo, cuidados, mas também com pensamento crítico.

            Nada ganharemos instaurando o terror nos nossos pequenos e em seus pais, pois não somos donos de laboratórios.

Nossa missão é a de proporcionar segurança para todos, cuidando das medidas profiláticas necessárias para evitar essa tal Gripe Suína e outras enfermidades.

Quem sabe essa não é uma escrita certa por linhas tortas que nos ensinará com redundância que cuidados, cautela e canja de galinha, não fazem mal a ninguém.

 
     
   
 
 
     
     
  < voltar às Notícias  
  < voltar à Galeria de Fotos  
  < voltar ao Indice 'Fala, Diretora'